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“ NESTA APOSTILA VOCÊ APRENDERÁ DE UMA MANEIRA PRÁTICA
E
DETALHADA COMO CONSERTAR OS VÁRIOS TIPOS DE IMPRESSORA. COM
PRECIOSAS INFORMAÇÕES TÉCNICAS. IDENTIFICANDO SE VALE MAIS
REPARAR OS DEFEITOS OU COMPRAR UMA NOVA, EM UMA LINGUAGEM
TANTO PARA TÉCNICOS COMO INICIANTES” BONS ESTUDOS.
INDICE ANALITICO
CARACTERISTICAS E TIPOS DE IMPRESSORA 02
AS PRINCIPAIS TÉCNICAS DE IMPRESSÃO 03
IMPRESSORAS DE IMPACTO 04
IMPRESSORAS TÉRMICAS 05
IMPRESSORAS JATO DE TINTA 05
IMPRESSÃO ELETROFOTOGRAFICA (EP) 06
PROCEDIMENTOS GERAIS DE MANUTENÇÃO 08
DEFEITOS MECÂNICOS NAS IMPRE. CONVENCIONAIS 09
PROBLEMAS MECÂNICOS NAS IMPRESSORAS 13
DEFEITOS ELETRONICOS NAS IMPRESSORAS 15
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As impressoras a cada dia estão mais baratas e descartáveis. Os
fabricantes estão
muito mais interessados em vender as tintas de impressão, pois o lucro
é muito maior. Por
isso as vezes é mais barato jogar uma impressora fora do que conserta-la
devido ao alto
preço das peças de reposição. Porém e outros
casos é interessante consertá-la.
Quando é vantajoso consertar uma impressora ou qualquer outro equipamento
elétrico?
Geralmente quando o preço das peças e mão de obra na ultrapassar
de 30% a 50%
do valor de um equipamento novo.
- Características e tipos de impressora.
A impressora é um periférico como o monitor o mouse e tem a função
de transferir a
saída de um computador para um substrato pode ser: (papel, metal ou plástico).
Essa
transferência é bem complexa e necessita de uma interação
de mecanismos eletrônicos e
químicos.
Basicamente existem dois tipos de impressoras as de linha e as de página.
As impressoras de linha foram as primeiras a aparecer como a matricial, de impacto,
uma evolução da máquina de escrever, onde um cabeçote
de impressão pressiona suas
agulhas sobe uma fita (igual a da máquina de escrever) e transfere a informação
para o
papel.
Uma diferença entre as impressoras matriciais e as de pagina. É
que a primeira vai
imprimindo a medida que recebe as informações. Enquanto as de pagina,
recebe toda a
informação para depois imprimir.
- Analisando a impressora.
Antes de iniciar um reparo, certifique-se de que sabe operara-la. Para isso utilize
os
manuais das mesmas, caso não possua os sites dos fabricante pode trazer
informações
necessárias.
De maneira genérica uma impressora contém os seguintes dados.
Energia de alimentação: necessita para o funcionamento da impressora,
no manual
encontra-se a tensão (voltagem) a freqüência da rede e o consumo
de energia. Devido a
variação de alimentação no mundo. Por exemplo, no
mercado americano a tensão varia
de 105 V a 130V numa freqüência de 60HZ. Na Europa esta variação
é de 210V a 240V
a 50HZ. Pó isso as impressoras são projetadas para acomodar estas
variações.
É interessante que antes de qualquer procedimento de manutenção,
verifique se a
impressora esta sendo alimentada corretamente.
Interface e compatibilidade: interface é por onde a impressora recebe as
informações
para impressão os tipos mais comuns são: serial ou RS 232, Centronics
ou Paralelo,
USB(universal serial bus). E outros poucos utilizados, infravermelho, Bluetooth,
Rede
Apple Talk ou Ethernet e IEEE-488 ou GPIB.
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Características operacionais: trata-se da resolução que é
medida em DPI pontos por
polegada, velocidade que é medida em páginas por minuto e tipo de
alimentação do
papel pode ser formulário continuo, folhas soltas ou rolos.
O temo CPL caracteres por linha, refere-se a impressora de impacto (matricial)
onde
representa o número de letras que podem ser colocados em um única
linha horizontal. O
termo CPS caracteres por segundo também refere-se as impressoras matriciais,
informa
quantos caracteres completos (letras) a impressora consegue imprimir em cada segundo.
Dot Pitch informa a quantidade e precisão com que os pontos são
colocados, tanto na
direção vertical quando horizontal.
O tempo de transmissão é a velocidade com que é transmitida
uma página do
computador para a impressão. O tempo de processamento encontra-se nas impressoras
de página, quando recebe a página para impressão ela tem
que ser rasterizada , ou seja,
verifica-se em que pontos da página deve ser depositado tinta para obter
o texto ou
imagem. O tempo de impressão é o tempo que impressora gasta para
produzir
fisicamente a página.
Algumas impressoras processam a própria imagem (rasterizam), como as impressoras
jato de tinta mais avançadas e laser.
Porém as impressoras matriciais e as de jato de tinta mais baratas necessitam
que o
computador faça a rasterização e transmita somente as informações
necessárias, essas
impressoras que não possuem processador para rasterizar são chamada
de
“WINPRINTERS” pois utilizam o sistema de impressão do windows
para montar a
imagem.
As impressora geralmente trabalham com três tipos de fontes: residentes,
adicionáveis
via cartuchos ou expansões e as carregáveis via software.
As residentes já vem gravadas no EPROMS pelo fabricante da impressora.
As
adicionáveis são as que somam as fontes residentes geralmente na
forma de chips ou de
cartuchos que se encaixam em locais para eles. Fontes via software o computador
seleciona a fonte que se deseja imprimir e envia para a impressora na hora de
imprimir.
A desvantagem é que esse processo encha a memória da impressora.
Para se comunicar com o computador utilizamos a linguagens de comunicação
onde se
destacam: ESC-P2 desenvolvido pela Epson para suas impressoras matriciais e jato
de
tintas; PCL criado pela HP para impressoras a jato e laser; POSTSCRIPT a mais
revolucionária de todas criativa e profissional criada pela Adobe esta
linguagem domina
o mercado devido a sua alta resolução e sofisticado recurso gráfico
principalmente na
separação de cores para a industria gráfica.
AS PRINCIPAIS TÉCNICAS DE IMPRESSÃO
Chamadas de convencionais as técnicas são: impacto, térmica
e jato de tinta.
Impressoras de Impacto: considerada a mais antiga e simples forma de impressão,
as
imagens são marteladas contra o papel. Veja a figura abaixo como uma letra
é impressa em
uma máquina de escrever e em uma impressora matricial.
Os pontos são formados por uma fina agulha acionada por um êmbolo
montado
dentro de uma bobina, este conjunto é conhecido como solenóide.
Quando recebe energia
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elétrica cria um campo magnético que impulsiona o êmbolo interno
a agulha bate na fita
com tinta e forma um ponto no papel. Para que o cabeçote funcione ele recebe
uma grande
quantidade de energia elétrica requerendo portanto circuitos eletrônico
com certa potência
absorvendo apenas de 1 a 2% de energia o resto é dissipado em forma de
calor o que tende
a esquentar o cabeçote, por isso utilizam dissipadores de calor.
O cabeçote de impressão é formado por um conjunto de solenóides
com suas
agulhas num total de 9 ou 24 agulhas, quanto mais agulhas melhor a imagem.
Quais as vantagens e desvantagens de possuir uma impressora matricial?
Vantagens: flexíveis e baratas, boas para etiquetas, rótulos e documentos
fiscais que
necessitam de cópias, confiáveis e duráveis e quase não
necessitam de manutenção.
Desvantagens: barulhentas, baixa resolução gráfica, com o
aquecimento da cabeça de
impressão limita-se a performance, difícil encontrar fitas de impressão
e dificuldade de
encontrar peças de reposição para modelos mais antigos.
Impressão térmica: As impressoras deste tipo são chamadas
de TDM (matriz de pontos
térmicos). Este tipo de impressão substitui o impacto pelo calor
na impressão, ao inve´s de
agulhas existe pequenas resistências elétricas chamadas de dot heaters
(aquecedores de
ponto). Estas resistências também formam uma matriz de pontos que,
quando acionadas
eletricamente, esquentam uma fita entintada chamada de ribbon (fita) ou sensibilizam
um
papel especial.
Vantagens e desvantagens de possuir uma impressora térmica: vantagens;
silenciosa, baixo
consumo de energia, cabeçotes simples e confiáveis, fácil
manutenção, parte eletrônica da
impressora bem simples e impressão limpa e clara. Desvantagens; impressão
lenta,
cabeçotes drua menos que os de outras, cabeçotes não podem
ser recauchutados são caros e
cabeçotes danificados precisam ser substituídos, a um custo igual
ao da aquisição de uma
impressora.
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Impressão jato de tinta: neste tipo de impressão não necessita
de contato entre a cabeça de
impressão e o papel, pois a tinta é borrifada sobre o papel como
um spray de desodorante.
Essas impressoras utilizam dois métodos para criar o jato de tinta: o drop-on-demand
e jato
intermitente. A primeira técnica requer um comando individual para cada
ponto, onde é
injetado a tinta a partir da cabeça de impressão, uma maneira similar
a impressora matricial.
Os jatos intermitentes joga um fluxo de tinta (ao contrario de pulsos).
Os cabeçotes de impressão dos jatos de tinta são os mais
simples e óbvios. A tinta é
depositado em um reservatório descartável que pode ou não
estar integrado ao cabeçote de
impressão. As impressoras HP usam os cabeçotes acoplados aos cartuchos
de impressão
enquanto a Epson utiliza blocos separados um para o reservatório e outro
para os cabeçotes
de impressão.
Os cartuchos instalados na impressora a gravidade e a capilaridade fazem com que
a tinta
chegue a cada furinho do cabeçote de impressão, percorrendo os finos
canais interiores.
Estes cabeçotes podem ter de 12 a 60 ou mais canis de saída. Mas
o que faz com que a tinta
não fique vazando continuamente pelos furos? Sua viscosidade e a tensão
superficial
características dos líquidos. Os microscanais possuem uma microbomba
quase
microscópica elemento chave numa cabeça de impressão de jato
de tinta. Pois cada
microbomba necessita de um pulso elétrico para funcionar, com isso existe
uma série de
contatos no cabeçote de impressão fazendo a ligação
entre as microbombas e os circuitos
eletrônicos. Cada microbomba pode sr acionada independente para formar as
imagens.
Existe dois tipos de microbombas: as piezoelétricas e de bolhas.
Piezoelétricas: esse materiais piezoelétricos alteram seu tamanho
quando recebem uma
carga elétrica. Para montar as bombas piezoelétricas um anel de
material cerâmico
piezoelétrico é montado ao redor do canal por onde a tinta deve
ser ejetada. Quando um
pulso elétrico atinge a cerâmica seu material aperte o canal, causando
um rápido
deslocamento de pequeno volume de tinta. Depois que o pulso elétrico passa,
a cerâmica
retorna a seu estado normal e mais tinta é injetada no canal para compensar
o volume
expelido. Esse material precisa de pulsos curtos, com duração de
5 a 10 microssegundos,
mas com alto nível de energia entre 70 a 200v.
Bombas de bolhas: os cabeçotes que utilizam bombas de bolhas são
chamados nas
impressoras de bubble jet (jato de bolhas) esta tecnologia está entre as
mais populares.
Neste tipo de cabeça de impressão são parecidos com os cabeçotes
piezoelétricos, porém a
cerâmica é substituída por resistências. Quando a resistência
recebe o pulso elétrico aquece
a tinta que está ao seu redor formando uma bolha que se expande forçando
a tinta através
do canal. Quando esta bolha é ejetada mais tinta é trazida do reservatório
para repor o
volume expelido.
As vantagens das impressoras a jato de tinta possuem impressão sem contato,
pode
imprimir em papéis, plásticos e metais, velocidade igual, ou melhor,
que outros métodos.
Funcionamento silencioso, alta resolução, cabeçotes não
tem partes móveis são
relativamente baratos, tem boa vida útil, baixo consumo de energia e baixo
custo de
aquisição. Suas desvantagens, cabeçotes selados se um dos
jatos entupir precisa ser trocado,
cartuchos de tinta caros em relação ao custo por página,
tinta problemática mancha tecida,
plástica e outros materiais porosos e alto custo por cópia.
IMPRESSÃO ELETROFOTOGRÁFICA (EP)
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As impressoras EP são conhecidas popularmente como “impressoras a
laser” totalmente
diferente das impressoras convencionais que imprimem por pontos. As impressoras
EP
formam imagens por um processo complexo e delicado resultado da interação
de luz,
eletricidade estática, química, pressão e calor, tudo controlado
por um sofisticado conjunto
eletromecânico.
Esta impressora para funcionar exige um conjunto formado pelos seguintes componente:
Cilindro fotossensível (drum); lâmina de limpeza; Lâmpada de
apagamento; carregador
eletrostático ou fio corona primário; mecanismo de escrita pode
ser laser ou LED; toner; fio
corona de transferência; conjunto fusor.
Um problema em qualquer parte desta afetará a formação da
imagem final. O cilindro
fotossensível conhecido por drum (tambor) é o coração
do SFI (sistema de formação de
Imagem). Constituído por um cilindro de alumínio extrudado coberto
por um composto de
origem orgânica que tem características fotocondutivas, isto é,
conduz eletricidade quando
exposto à luz. O drum é coberto por um composto chamado Organic
Photoconductive
Chemical (OPC) que dá ao drum um aspecto esverdeado. È o drum que
recebe a imagem
com a agregação do toner, e transfere a imagem formada para a superfície
do papel. Porém
a formação da imagem não termina por ai, ela ainda necessita
de outras etapas para concluir
o SFI é composto por oito partes: Limpeza, carga eletrostática,
gravação da imagem,
revelação, transferência e descarga e fusão. Vamos
ver de maneira sucinta as oito etapas.
LIMPEZA: O cilindro fotossensível (drum) precisa ser limpo fisicamente
apagado
eletricamente antes que se inicie um novo ciclo de impressão. Este processo
é conhecido
como condicionamento. Esta limpeza é necessária pois nenhum cilindro
fotossensível
consegue transferir todo o toner para o papel a cada ciclo de impressão.
Existe uma lâmina
que raspa todo o toner que não foi transferido para o papel na impressão
anterior se estas
partículas não forem retiradas aparecerão na nova cópia
como minúsculos pontos
espalhados aleatoriamente. As imagens são escritas na superfície
do cilindro fotossensível
como fileiras de cargas horizontais de cargas elétricas, correspondendo
ás imagens que
serão impressas. Estes pontos são marcados na superfície
do cilindro com o uso de um feixe
de luz (gerado por um laser ou LED) isso faz com que o ponto iluminado fique carregado
com eletricidade positiva. Como o toner tem carga negativa, aderirá a estes.
CARGA ELETROSTÁTICA: nesta fase o cilindro receberá nova carga elétrica
para iniciar
um novo processo de impressão. Esta carga deverá ser aplicada de
maneira uniforme por
todo o cilindro processo chamado de condicionamento do cilindro. Para isto existe
um fio
chamado de corona primário localizado próximo à superfície
do cilindro, o qual emitira
uma tensão elétrica de aproximadamente 6.000V. Entre o fio corona
e o cilindro existe uma
pequena quantidade de ar quando a tensão elétrica é baixa.
Porém se a tensão subir da
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ordem de alguns milhares de volts o isolamento do ar é rompido e este passa
a ficar
ionizado (carregado negativamente) fornecendo cargas elétricas negativas
para a superfície
do cilindro. Efeito conhecido como efeito corona que tem como “efeito colateral”
a emissão
de gás ozônio, que deve ser filtrado e retirado para fora da impressora.
GRAVAÇÃO DA IMAGEM: Para iniciar o processo de gravação
da imagem o cilindro
precisa descarregar suas cargas eletrostática com precisão, deve
se retirada apenas nos
pontos onde a imagem deve aparecer. O feixe luminoso o laser ou Led atinge a camada
sensível a luz do cilindro que devido as suas características fotocondutivas
fica
sensibilizada apenas nos pontos atingidos pela luz. Os pontos atingidos fica com
uma carga
eletrostática negativa em torno de –100V e as áreas não
atingidas pela luz mantêm sua
carga eletrostática. Este dispositivo que direciona a luz para sensibilizar
o cilindro é
chamado de mecanismo de gravação.
REVELÃÇAO: Após passar por esta etapa de revelação
é que a imagem poderá ser
impressa no papel, pois até então ela esta invisível. A imagem
gravada no cilindro agora
receberá um pó preto magnético o toner. O toner é
aplicado por uma peça chamada de “rolo
de transferência” localizado dentro da unidade de revelação.
Este rolo é constituído por um
Cilindro Magnético recoberto por uma camada metálica constituída
por outro cilindro
metálico. Por variações eletromagnéticas esta pó
é impregnado no rolo de revelação ou
transferência que fica normalmente dento do cartucho de toner.
TRANSFERÊNCIA E DESCARGA: Nesta etapa a imagem revelada no cilindro agora
será
transferida para o papel para isso utiliza-se um carregador de transferência,
constituído pó
um fio de transferência que carrega a superfície do papel utilizando
o efeito corona.
FUSÃO: Após o deposito do toner sobere o papel ele ficará
ali apenas pela força da
gravidade e ação de uma pequena força eletrostática.
Nesta etapa se passar a mão sobre a
imagem está se transformará em uma fina camada de poeira preta.
Para isso existe o
processo de fusão onde aplica-se uma força mecânica a uma
alta temperatura o suficiente
para fundir as partículas do toner, unido-as definitivamente no papel.
O conjunto que faz
esta função é composto por dois rolos mantidos pressionados
um contra o outro por fortes
molas, onde um dos rolos é o de fixação geralmente revestido
de borracha que serve apenas
para fazer pressão sobre o papel. O outro é o aquecedor e o encarregado
de fundir o toner
sobre o papel, este rolo atinge uma temperatura de 180ºC devido a uma lâmpada
de quartzo
montado dentro dele. Dentro ainda existe uma esponja que fica retirando as partículas
de
toner que sobram, pois poderiam interferir na qualidade de impressão.
Vantagens de possuir uma impressora EP: robusta vida útil de vários
anos e centenas de
milhares de cópias; rápidas dezenas de cópias por minuto;
silenciosa, mas precisam ser
instaladas em uma mesa robusta; baixo custo por cópia P&B; diversos
tipos de interface
com o computador; diversas linguagens de descrição de páginas;
Constancia de qualidade
das cópias produzidas. Desvantagens, preço inicial elevado, deficiência
na impressão a
cores; modelos a laser precisam de ambientes bem ventilados; são pesadas,
porém
delicadas, precisando de cuidados no transporte; alto consumo de energia elétrica
de 600a
a1000W.
Para iniciar qualquer procedimento de manutenção primeiramente devemos
ter muita
paciência, conhecimento técnico, acesso a informações,
disponibilidade de peças,
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instrumentos de medição e ajuste e muita concentração.
O sucesso de uma manutenção
pode ser auxiliado se seguirmos um procedimento correto.
Alguns técnicos novatos ficam perdidos quando constatam a complexidade
de um
equipamento ao qual não estão acostumados, como é o caso
da algumas impressoras.
Porém vimos anteriormente que as impressoras são um aglomerado de
partes que
funcionam independentes, basta, portanto isolar o setor defeituoso que estamos
no primeiro
passo para arrumar uma impressora.
PROCEDIMENTOS DE MANUTENÇÃO
Para facilitar uma manutenção dividimos os procedimentos em 4 partes
básicas: definir
sintomas: problemas apresentados; identificar e isolar: o setor ou componente
causador em
potencial dos problemas; trocar ou reparar: o componente ou subconjunto suspeito;
testar
novamente: o sistema e verificar se o problema foi resolvido.
Obs: Sempre ao receber um equipamento para reparação faça
com que o defeito reclamado
ocorra á sua frente, verificando em que condições ocorrem.
Nunca desmonte um
equipamento sem antes verificar detalhadamente a ocorrência do defeito.
DEFINIR SINTOMAS: ao reparar uma impressora é importante ter um mente que
este
equipamento funcionou normalmente um dia, portanto “algo” está
fazendo com que ela
apresente o defeito. Nossa função é descobrir este “algo”.
Para isso faça com que o defeito
apareça sobre sua bancada e anote quando e como ele ocorre. Pense sobre
os sintomas
cuidadosamente verifique se entendeu o que está ocorrendo. Se for uma nova
instalação
verifique se o computador está ligado e configurado adequadamente se o
cabo de ligação
está bom e se há alguma configuração de chave no SETUP.
IDENTIFICAR E ISOLAR: antes de tentar isolar um problema com a impressora,
certifique-se que o defeito é realmente da impressora. Pois existem alguns
casos que a
impressora não esta ligada, ou a tomada de energia não tem capacidade
suficiente para o
trabalho da impressora, ou a impressão é feita, mas falta algumas
letras. Você deve se
lembrar que a impressora faz parte de um complexo sistema juntamente com o computador
além de cabos e software, portanto uma instalação nova ou
remodelada pode ocasionar
problemas.
Identificado o problema na impressora, instale uma impressora sabidamente funcionando
similar no computador, e a impressora com defeito em um computador sabidamente
funcionando e teste. Se em qualquer uma das situações a impressora
continuar a exibir o
sintoma então o problema realmente está nela. Então agora
identifique o problema na
impressora lembrando que a mesma possui cinco áreas básicas: um
sistema de alimentação
de papel; uma cabeça de impressão no caso de impressoras convencionais,
ou então um
sistema de formação de imagens no caso de impressoras EP; um sistema
de transporte e
posicionamento do cabeçote (exceto nas impressoras EP); uma fonte de alimentação
e uma
unidade de controle, localizada em uma ou mais placas de circuito impresso.
TROCAR OU REPARAR: Localizado o local defeituoso, alguns apenas uma simples
limpeza ou ajuste resolvera a situação. Outros necessitaram de substituição
ou reparo de
partes mecânicas, elétricas ou eletrônicas.
As peças de impressora podem ser classificadas em subconjunto ou componentes.
Um
subconjunto também é conhecido como modulo é uma série
de componentes individuais
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que trabalham juntos para executar uma função. São exemplos
de componentes, resistores,
transistores, circuitos integrados, motores, engrenagens, roldanas, correia e
similares.
Geralmente os componentes defeituosos devem ser trocados ao invés de serem
reparados.
Já os subconjuntos podem, eventualmente, ser reparados com a troca de um
ou mais
componentes. Geralmente se troca um subconjunto inteiro por outro sabidamente
bom
apenas para aprontar a impressora e ter tempo de consertar o subconjunto com calma
pois
alguns subconjuntos demoram muito a ser consertados
Algumas peças de reposição podem ser conseguidas em diversos
locais, outras somente
junto aos fabricantes ou assistência técnica autorizada, neste caso
é conveniente ter o
código exato do componente a ser comprado este código ver marcado
no corpo do mesmo.
TESTAR NOVAMENTE: Após consertar a impressora ela precisa ser cuidadosamente
testada antes de ser conectada a um computador. A maioria das impressoras dispõe
de um
auto-teste ( self test) que pode ser feito sem liga-la a um computador. Se o sintoma
constatado na primeira etapa desaparecer a impressora estará pronta para
retornar ao
trabalho. Não se desencoraje se a impressora ainda não estiver boa.
Levante-se, vá dar uma
volta, tome café e volte a ação ou então deixe para
o outro dia.
DICAS DE DESMONTAGEM
A maioria dos gabinetes consiste em duas metades encaixadas geralmente a remoção
de
uma parte coloca a mostra alguns componentes, porem em outros casos é necessário
retirar
as duas partes. Examine cuidadosamente verificando os locais de encaixe do gabinete,
alguns são encaixados outros parafusados. Gabinetes do tipo Torx necessita
de chave Torx
isso facilitará desmontar.
11
As impressoras convencionais possuem três grupos básicos para a impressão:
transporte do
papel; movimento do cabeçote e sistema de entitamento.
TRANSPORTE DO PAPEL: o controle de papel deve ser preciso e consistente. É
uma
operação delicada porem realizada com desenvoltura por dois tipos
básicos de mecanismo
os movidos a fricção ou movidos a cremalheira ou roda dentada.
TRANSPORTE POR FRICÇÃO: neste caso a folha entra na impressora através
de uma
guia metálica ou plástica. Esta guia facilita e dirige a entrada
do papel no sistema de
transporte, onde um ou mais rolos de pressão pressiona o papel contra o
rolo de tração. Para
saída o papel outro rolo de pressão é colocado ao ponto final
de contato entre o papel e o
rolo de pressão.
Este sistema de transporte é utilizado em algumas impressoras de impacto
e em todas as
demais impressoras.
TRANSPORTE POR CREMALHEIRA: este sistema conta alem da fricção com
uma serie
de furos feitos nos dois lados do papel, que é chamado comumente ( formulário
continuo ).
Esses furos são chamados de remalina e se encaixa perfeitamente na cremalheira.
Este tipo
de impressora pode trabalhar por horas sem necessitar de reposição
de papel.
MOVENDO PAPEL
Há dois conjuntos envolvidos na movimentação do papel o mecânico
e o elétrico.
Conjunto mecânico: constituído por um motor elétrico que movimenta
um conjunto de
engrenagens, polias, correias e rolos de pressão. O motor é tipo
passo com quatro fases ou
pólos. O motor de passo movimenta-se tanto para frente quando para trás,
diferente dos
motores de escova utilizados em ventiladores pro exemplo que gira continuamente
em uma
única direção.
Conjunto elétrico: abrange todos os circuitos de controle e acionamento
usados para
tracionar o papel. Inclui o motor de alimentação e sua placa de
controle.
PROBLEMAS NO SISTEMA DE TRANSPORTE DO PAPEL
12
Os problemas mais comuns são: o papel não avança ou avança
intermitentemente; papel
enrola na cremalheira ou se solta dela; papel escorrega ou se move errado; papel
amassa ou
rasga ao ser movido.
O papel não avança ou avança intermitentemente: verifique
primeiramente se todas as
polias e engrenagens movimentam-se livremente se não há nenhuma
peça quebrada.
Remova objetos estranhos e realinhe peças tortuosas.
Se o sistema de alimentação estiver perfeito o próximo passo
é analisar o motor de
alimentação e seus circuitos. Desligue a impressora retire da tomada
e examine as
conexões, se suspeitar de alguma ligação, meça com
um multímetro. Pode ser necessário
desligar uma das pontas do cabo de alimentação do motor para evitar
medição de falsa
continuidade. Substitua cabos suspeitos.
Se ainda persistir o problema o causador pode ser o motor propriamente dito ou
seus
circuitos, para tirar a duvida messe os sinais elétricos que chegam no
motor. A figura
abaixo exemplifica como fazer a medição com o multitester: a resistência
deverá ficar
entre 40 a 80 Ohms e a tensão entre os pinos centrais (5e6) deve ser de
aproximadamente
24V. Se essas medições não estiverem corretas deverá
chegar os circuitos que fornecem a
tensão. Com a ajuda de um osciloscópio você poderá
testar o motor, com a impressora
ligada faça uma impressão de autoteste e verifique, se a onda for
igual ao do desenho
abaixo o problema estará no motor, caso seja diferente estará no
circuito de controle.
Papel enrola na cremalheira ou se solta dela: este tipo de problema ocorre devido
a falta de
coordenação entre a movimentação do rolo de fricção
e da cremalheira. Se os rolos
estiverem em velocidades diferentes o papel pode ser “massacrado”
entre eles.
Remova todos sos restos de papel, etiquetas ou poeira que estiver depositado no
mecanismo. Verifique cuidadosamente se as engrenagens estão com todos os
dentes em
bom estado, sem quebras ou desgastes acentuados. Pois isso poderá fazer
com que o ponto
entre as engrenagens se perca durante o tracionamento, o que poderia afetar a
coordenação
entre os rolos. Qualquer parte danificada ou desgastada devera ser substituída
ou reparada.
Papel escorrega ou se move errado: o sistema de transporte é projetado
para trabalhar com
uma certa espessura e peso de papel. Papeis mais finos, mais grossos ou mais lisos
que o
previsto não vão ser transportados adequadamente. Portanto deve-se
utilizar papeis
diferentes somente após o teste com o papel recomendado pelo fabricante.
Se o problema
persistir mesmo com o papel padrão, tente mover manualmente o mecanismo
de tração,
observando o trabalho das engrenagens, rolos e polias.
Alguns sistemas de tracionamento dispõe de um sistema de ajuste de pressão
aplicada pelos
rolos sobre o papel. Se for este o caso, pode ser que um ajuste na pressão
melhore a
performance do sistema.
Papel amassa ou rasga ao ser movido: no sistema de cremalheira isto é raro
acontecer, se
estiver ocorrendo é sinal que algo esta errado.
Verifique se o sistema de alimentação do papel está sendo
feito sem dificuldades.
Se o papel estiver amassando entre o sistema de tração e o sistema
de impressão é sinal de
que não esta havendo boa coordenação entre os diversos rolos
de transporte. Verifique se a
impressora possui dois sistemas de arrasto de papel, com cremalheira ou empuxo
este
ultimo é utilizado para alimentação de folhas soltas, para
isso existe uma alavanca lateral
que fará acionar um dos sistemas.
Movimento do cabeçote: o sistema de cabeçote deve ser bem projetado,
pois ele precisa
mover-se a uma velocidade controlada na hora certa e em distância medidas
em milésimos
de milímetros.
13
Mecânica de transporte de cabeçote: o coração do sistema
é um motor de passo que pode
ser movimentado nas duas direções com precisão e controle.
Os sinais da placa
controladora comandam o motor de passo que aciona uma polia de tração,
diretamente ou
através de um jogo de engrenagens. A correia dentada é conectada
a base onde é montado o
cabeçote, que é movido juntamente com a correia dentada quando esta
é acionada. O
cabeçote é ligado à placa controladora através de
um cabo chato “flat Cable”. Veja figura
abaixo.
Controlando a posição do cabeçote: existem duas técnicas
básicas para controlar a posição
horizontal do cabeçote; através da leitura de uma fita de posicionamento
ou através de um
sensor de fim de curso.
Fita de posicionamento: nada mais é que uma dita de plástico transparente
com marcas
espaçadas regularmente. A medida em que o cabeçote vai se movimentando
um sensor
ótico acoplado á base do cabeçote transmite sinais para a
placa lógica, que vai contanto os
pulsos elétricos para calcular a distância percorrida pelo cabeçote.
Sensor de fim de curso: um sensor ótico estrategicamente posicionado, quando
o cabeçote
passa por ele a controladora “sabe” que o motor está no ponto
zero e calcula os movimentos
do cabeçote a partir deste ponto. Modelos simples utilizam somente este
controle, os mais
precisos também utilizam as fitas controladores.
Percebe-se, portanto que a parte mecânica de transporte do cabeçote
é simples.
Problemas no movimento do cabeçote: o primeiro passo é verificar
se o problema é de
origem mecânica ou eletrônica. Abaixo o fluxograma ajuda a chegar
a esta conclusão.
• verifique se há obstrução mecânica no curso
do cabeçote ou peças defeituosas.
• Alinhe peças que estejam desalinhadas, lembrando que o eixo de
suporte do
cabeçote deve ficar paralelo á superfície do papel.
• Mova suavemente o carro de transporte para a frente e para trás,
verificando se o
movimento está livre.
• Inspecione a fixação das partes mecânicas: parafusos
devem estar perfeitamente
apertados.
• A correia dentada deve ser substituída se estiver desgastada ou
frouxa.
• Certifique-se de que a base de suporte do cabeçote esteja perfeitamente
fixada á
correia dentada.
• Examine a fiação e os conectores do motor verificando com
um multímetro a
continuidade dos fios e conectores.
Se tudo estiver em ordem até aqui, significa que o problema é de
origem eletrônica.
• Meça a tensão de alimentação do motor que
deve estar do esperado – geralmente
alguma coisa em torno de +24v, mas que pode variar conforme modelo.
• Verifique com o osciloscópio os sinais enviados ao motor durante
a impressão de
uma série de pontos ou traços.
Depois de fazer essas verificações básicas, pode ocorrer
podem permanecer dois problemas
mais comuns.
• O avanço do cabeçote não funciona ou o faz intermitentemente.
• O cabeçote funciona mas não fica na posição
correta.
No primeiro caso devemos ligar a impressora em um computador com um drive instalado,
e
peça a impressão de uma folha de teste que consiste em uma serie
de pontos ou traços.
Simultaneamente verifique com um osciloscópio a forma de onda de sinal
recebido no
motor de avanço do cabeçote. Se os sinas estiverem ausentes ou fora
do esperado é sinal de
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que a placa controladora esta defeituosa e deve ser substituída ou reparada.
Se os sinais
estiverem dentro do esperado, o próximo suspeito é o motor.
Para um diagnostico rápido, basta desligar a impressora desconectar os
fios de ligação do
motor, medir sua resistência interna com o uso de um multímetro.
As medições nos pontos
marcados “R” devem ficar entre 10 e 20 ohms, o importante é
verificar se as medidas ficam
praticamente iguais entre si; se isso não acontecer, pode indicar que um
ou mais
enrolamentos estão com problemas. Se a medição em uma delas
estiver muito alta, significa
que aquele enrolamento pode estar interrompido. Se estiver muito baixa, indicara
um
enrolamento em curto circuito. Qualquer anormalidade encontrado neste ponto de
verificação o ideal é trocar o motor.
No segundo caso o espaçamento das letras ou figuras fica irregular, distorcendo
a imagem.
Primeiramente verifique a correira dentada se esta gasta ou frouxa, inspecione
as pulias e
engrenagens. Verifique a fita de posicionamento se esta suja ou rompida se estiver
suja
limpe a fita com um pano macio ou embebido em álcool isopropilico de preferência.
Verifique o sensor que controla o fim do curso da impressão.
PROBLEMAS NO TRANSPORTE DA TINTA: impressoras de impacto usam tintas a
partir de uma fita de algodão ou poliéster. Impressoras térmicas
existem as de contato
direto ou as de transferência térmica. As de contato direto usam
produtos químicos
sensíveis ao calor. As de transferência térmica usam a tinta
seca a base de cera impregnada
em laminas plásticas ( os ribbons ). Impressoras jato de tinta usam tintas
liquidas
armazenada em cartuchos removível.
As impressoras Ep necessitam de um complexo sistema eletrônico e mecânico
para realizar
a impressão. Este sistema pode ser em grosso modo dividido nos seguintes
conjuntos:
• Controle de escaneamento do laser (não existente nas impressoras
LED)
• Revelação
• Transporte do papel, formação da imagem e saída do
papel
• Seleção de bandeja de alimentação (apenas
em modelos com múltiplas bandejas de
alimentação).
Controle de escaneamento: o conjunto mecânico conhecido como Controle de
Escaneamento é responsável em guiar o raio laser.
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Guie-se pela figura abaixo raio é gerado por um diodo laser, e por medida
de segurança,
viaja através de caminhos selados e tem uma chave mecânica que interrompe
seu curso se o
gabinete da impressora for aberto. Uma placa de filtragem “slit plate”,
ajuda a afinar e
derecionar o feixe, que passa em seguida por uma lente de foco (collimator len)
que retira
qualquer divergência porventura ainda existente no raio mantendo constante
seu diâmetro.
O raio atinge o espelho refletor “A” e direciona par ao espelho “B”.
a rotação do polígono
refletor movimenta o raio laser, fazendo a varredura e refletindo o laser até
o espelho “C”
onde o raio passa através de uma outra lente de foco e compensação,
para finalmente atingir
o cilindro sensível (drum). O coração do sistema de varredura
é o motor poligonal, nada
mais é do que um polígono espelhado acoplado ao eixo de um pequeno
motor elétrico.
Conjunto de revelação: o conjunto é construído em
cima de um motor de revelação ou
magnético, usado para girar os cilindros do cartucho de toner e das outras
unidades
correlatas. O rolo de transferência (transfer roll) e o rolo de mistura
(rummage roll). Se
houver problemas com o morto magnético ou como o sistema de engrenagens,
o transporte
de toner até o papel ficará interrompido resultando em impressão
nula ou com falhas na
distribuição do toner.
Sistema de transporte do papel e formação da imagem: o transporte
de papel começa na
pilha de folhas soltas armazenadas na bandeja de entrada quando se inicia a impressão
o
motor principal é ligado e ativa o relê (solenóide) que controla
o rolo de pescagem, que
retira a folha da bandeja e a dirige para ser apanhada pelos rolos de registro,
onde o papel
ficará parado até que a face superior do cilindro fotossensível
(drum) fique alinhado com o
topo da página. Nesta parte os cilindros de registro inserirão o
papel na área de formação de
imagem, constituído pelo cilindro fotossensível e pelo rolo magnético.
O papel será movido
e, uma vez que a folha saia da bandeja de entrada, o relê desligará
e o rolo de alimentação
parará. Os rolos de registro continuarão movimentando o papel até
que a imagem seja
totalmente transferida para ele. O papel atingirá então a área
do conjunto fusor como vimos
anteriormente sua função.
Seleção de bandejas de alimentação: alguns modelos
de impressoras EP dispõe de apenas
uma bandeja de alimentação mas existem modelos com duas, três
e até mais bandejas,
selecionáveis via software.
PROBLEMAS MAIS COMUNS
Imagem sem registro: ocorre devido a um problema de alinhamento com o (drum) isso
faz
com que a imagem seja impressa para cima ou para baixo do correto. Este fenômeno
é
causado por: baixa qualidade do papel; desgaste mecânico; obstrução
no caminho
percorrido pelo papel. Também pode ocorrer erros de origem eletrônica
relacionados ao
sensores e ás placas de controle lógico.
Primeiramente verifique a qualidade do papel, folhas muito grossas ou finas podem
não
funcionar corretamente. Verifique se não há obstrução
no caminho. Inspecione o conjunto
de retirada de papel da bandeja, procure por sinais de desgaste nos cilindros
de borracha se
houver repare ou troque.
Persistindo o sintoma faça um teste “a quente” ou seja, a impressora
imprimir uma folha de
teste. Desmonte o mecanismo de captação do papel e faça a
impressora iniciar um autoteste.
Provavelmente será necessário acionar algumas chaves manualmente
para ocorrer a
impressão para isso coloque fita adesiva ou pedaço de papel dobrado
acionando as chaves.
O sistema terá que retirar uma folha da bandeja e move-la por 6 a 10 cm.
E os rolos devem
ser ativados na hora que a folha chegar. Se o relê de acionamento do rolo
de retirada do
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papel girar, mas o rolo não entrar em ação, o conjunto de
alimentação esta defeituoso ou
gasto. Neste caso o recomendado é substituir todo o conjunto.
Outro problema comum são defeitos nos rolos de registro. Se estes não
reterem o papel e
iniciar seu movimento no momento exato ocorrerão erros de registro ou de
“papel retido”.
Observe o movimento do papel durante uma impressão, verificando sempre
a ação dos
rolos de registro, que devem segurar o papel imediatamente após a parada
dos rolos de
retirada de papel da bandeja. Se o relê dos rolos de registro acionar e
estes não iniciarem o
movimento o conjunto de registro está defeituoso e precisa de reparos ou
substituição.
Imagem com pulos ou remontes na horizontal: falhas no sentido paralelo indica
que a
página avançou indevidamente em algum ponto da impressão,
é provável que antes do
cilindro fotossensível. Sobreposição da imagem sugere que
ao invés de avançar a página
parou indevidamente algum ponto antes de atingir o drum.
Em qualquer um dos casos o problema está ocorrendo por falta de coordenação
do conjunto
tracionador. Com tantas engrenagens para mover o papel um dente quebrado ou qualquer
coisa obstruindo o caminho pode causar o movimento errado.
Verifique cada engrenagem do sistema de rolos de registro e do fusor, as engrenagens
devem estar casando exatamente com a outra sem desgaste ou dente quebrado. Faça
uma
limpeza neste sistema. Papéis incompatíveis pode ocorrer também
este tipo de problema.
Imagens impressa com defeitos repetidos a espaços regulares: para configurar
este tipo de
problema basta fazer uma impressão de uma pagina em um grande retângulo
cinza
cobrindo toda a pagina. Por que cinza? Porque os defeitos repetidos podem ser
totalmente
pretos, mostrando sinais de toner colocado em excesso indevidamente, ou totalmente
brancos, mostrando falha na deposição do toner sobre o papel.
Este defeito é causado por problemas nos rolos que entram em contato direto
com o papel
ou com a imagem em formação. Estes têm uma circunferência
fixa e cada ponto do seu
diâmetro entra em contato coma imagem por diversas vezes durante a impressão.
Por
exemplo, se o cilindro fotossensível tiver um diâmetro de 2 cm, sua
circunferência será de
3,1416 X 2 = 6,28 cm. Qualquer problema na sua superfície, como um arranhão,
será
representado no papel como uma falha espaçada exatamente 6,28 cm umas das
outras. Se
houver sujeira sobre o rolo também ocorrera este tipo de problema.
A maioria dos defeitos repetitivos ocorre o cartucho de toner ou no conjunto fusor.
O
cartucho de toner é fácil de ser substituído para um teste,
mas o conjunto fusor requer a
desmontagem de boa parte da impressora.
Mensagem de erro no escaner: tenha sempre em mente que o sistema de escaneamento
do
laser só é utilizado em impressoras realmente “movidas a laser”
Impressoras sensibilizadas
com LED não usam sistemas de escaneamento. O escaner é movimentado
por um motor
controlado pela placa lógica, se o motor parar ou não conseguir
manter a velocidade é
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gerado um “erro de escaner” indicado no painel frontal através
de mensagem escrita de
código luminoso.
Se isto ocorrer, desligue a impressora, abra-a inspecione os conectores e as ligações
entre o
motor poligonal (chamado de scan motor). O escaner é testado rapidamente
durante a
inicialização da impressora, se não escutar seu ruído
característico indicando atividade,
todo o conjunto do scan-motor deverá ser trocado. Na inicialização,
se o ruído existir mas
ainda ocorre o erro, pode ser que a controladora do conjunto mecânico esteja
mandando
uma tensão abaixo do necessário, e deve ser consertada ou trocada.
Para certificar-se, faça a
impressora funcionar aberta, ativando manualmente as chaves e sensores e meça
a tensão
mandada para o scan-motor.
Papel enrosca freqüentemente: o fenômeno de enroscar o papel é
muito comum, mas existe
alguns procedimentos que deverão ser seguidos para verificação.
A pilha de folhas esta
corretamente na impressora.; as folhas estão em tamanho correto para a
bandeja em uso; o
papel está com umidade acima do normal; o papel é o ideal para aquela
impressora.
Entretanto se após a correção destes itens básicos
o papel continuar enroscando com
freqüência, pose significar realmente algum problema a ser corrigido
na impressora.
Os defeitos eletrônicos nas impressoras normalmente são resolvidos
trocando-se toda a
placa ou módulo problemático, pois são componentes de difícil
conserto, a não ser que o
técnico tenha bons conhecimentos de eletrônica analógica e
digital, além de um laboratório
com instrumentos necessários.
Fontes de alimentação: as fontes de alimentação das
impressoras são de dois tipos básicos
as lineares e chaveadas.
Fontes Lineares: são as mais simples, nada mais do que um transformador
abaixador de
tensão cuja saída é ligada a um circuito retificador da rede
elétrica, constituído por alguns
diodos e um ou mais capacitores. Estas fontes são simples e baratas mas
poucas
impressoras moderna a s usam, a não ser as mais simples. O motivo é
a baixa eficiência das
fontes lineares, que perdem muita energia no processo de transformação
e regulação da
energia.
Fontes chaveadas: estas fontes usam um processo de regulação mais
eficientes, tendo um
rendimento elétrico muito maior do que as fontes lineares, que desperdiçam
na forma de
calor mais da metade da energia recebida.
Existem vários tipos de fontes chaveadas. Quando a fonte recebe a energia
da rede ela passa
por uma primeira parte chamada de setor primário. A tensão retificada
passa por um
circuito chaveador, que é o encarregado da regulação de tensão
e que alimenta o setor
secundário. O setor secundário realimenta o circuito de chaveamento,
que aumenta ou
diminui a freqüência de oscilação controlando assim a
tensão de saída.
A fonte chaveada chega a aproveitar 85% da energia bem superior aos 20 a 50% das
fontes
lineares. Com isso gera menos calor e os componentes podem ser menores.
Entretanto há alguns inconvenientes. As fontes chaveadas tendem a funcionar
como
transmissores de rádio interferindo em aparelhos eletrônicos como
televisores e outros
sistemas de comunicação, sem mencionar os circuitos internos das
impressoras e
computadores. Este é o motivo pelo qual as fontes de alimentação
chaveadas são cobertas
por gabinetes metálicos que funcionam como blindagem diminuindo a propagação
das
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ondas de rádio para o ambiente. Outro inconveniente das fontes chaveadas
é que a tensão
de saída sempre conterá um pouco de ripple, ou seja, a saída
não é uma tensão continua
pura e linear, ela sempre conterá um pouco de corrente alternada de alta
freqüência. Como
último inconveniente as fontes chaveadas contem um número muito
maior de componentes
e são bem mais difíceis de fabricar devido aos seus circuitos de
regulação e realimentação
utilizados para controlar o oscilador em função da tensão
de saída.
DIAGNOSTICANDO FONTES LINEARES: não existe nenhuma tensão na saída:
primeiro verificar se há algum fusível queimada. Verificar os fusíveis
nem cada saída DC,
que pode estar no corpo da fonte ou nas placas por eles alimentados. Também
deve
verificar os fusistores, parecidos fisicamente com os resistores de carbono e
exercem a
mesma função no circuito, porém interrompem o circuito quando
a corrente passa acima de
um valor pré-determinado pela fabrica. Depois desta checagem o próximo
suspeito será o
circuito de regulação, geralmente constituído por dois ou
mais transistores ou então por um
circuito integrado (CI). Use o multímetro para medir a tensão de
entrada do regulador, que
deverá ser vários volts a mais qo que o esperado na saída.
Exemplo um regulador com uma
saída de 5V DC deve ter uma entrada de 8 a 12V. se a tensão de entrada
estiver correta mas
a de saída não provavelmente o regulador esta com defeito. Ou um
dos capacitores de filtro
esteja curto, zerando ou diminuindo a tensão de saída. Para fazer
este teste é interessante
desligar o circuito que a fonte esta alimentando, pois este pode estar consumindo
uma
corrente maior do que o que a fonte pode fornecer, levando a medições
erradas.
Saída intermitente; defeitos intermitentes estão entre os mais difíceis
de serem reparados.
Faça o possível para entender quando eles ocorrem, forçando
diversas situações. Messe a
tem~são de saída da fonte enquanto a impressora funciona. Substitua
a fonte em caso de
alterações se conseguir imprimir satisfatoriamente o defeito estará
na fonte. Verifique
também a integridade das conexões elétricas tanto de entrada
como de saída prestando
atenção ás placas de impressora. Além de verificar
defeitos nos componentes eletrônicos,
deve-se suspeitar também da placa de circuito impresso, que pode estar
rompida em alguma
trilha, com solda mal feita ou curto-circuito causado por solda mal aplicada.
Placas de
circuito impresso defeituosas são causa freqüente de defeitos intermitentes
que geralmente,
podem ser simulados torcendo-se a placa um lado para outro até que o defeito
se apresente
ou então que para de se apresentar. Se isto acontecer é provável
que a placa de circuito
impresso ou alguma de suas soldas está com defeito, o problema é
localizado onde ele está.
Para inspecionar utilize uma lupa. Achado o defeito raspe a solda até aparecer
o cobre em
seguida refaça a solda. Porem se a placa está quebrada ou com corrosão
é melhor substituila.
Outra situação são os componentes eletrônicos com problemas
de ruptura térmica interna.
Se este for o caso os defeitos intermitentes apareceram logo após alguns
minutos de
funcionamento. Utilize um secador no frio para testar a unidade se a impressora
voltar a
trabalhar normalmente basta verificar qual componente está ocasionando
o problema.
DIAGNOSTICANDO FONTES CHAVEADAS: esta fonte é muito complexa e difícil
de
se consertar. Portanto fontes chaveadas é mais fácil fazer sua substituição
do que repara-la.
Somente repara-se fonte de impressoras raras com dificuldade de encontrar peças
no
mercado.
Fonte e impressora completamente inoperante: verifique primeiramente se a fonte
esta
recebendo energia da tomada, medindo a tensão diretamente no cabo de alimentação.
Em
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seguida examine a chave liga desliga, certifique-se de que existe tensão
após a mesma
quando ligada.
Identifique nos circuitos as partes básicas das fontes chaveadas: a parte
primária,
constituída pelo retificador primário, filtro primário e
chaveador, a parte secundária,
constituída pelo transformador, retificador secundário e os filtros
secundários, e a parte do
circuito de realimentação. Que controla o chaveador em função
das tensões dê saída contida
no estágio secundário.
Os componentes que mais falham nas fontes chaveadas são os transistores
de saída do setor
primário, juntamente com seus resistores de polarização,
bem como os fusistores de
proteção do circuito. Também o regulador, constituído
geralmente por um circuito
integrado.
Funcionamento errático; a impressora funciona, mas ás vezes para
de faze-lo, retornado em
seguida. O problema pode estar na fonte de alimentação ou nos circuitos
alimentados por
ela. Se possuir uma fonte similar em bom estado teste na impressora.
Fontes de alta tensão: as fontes de alimentação de alta tensão
(FAAT) são fundamentais
para o funcionamento das impressoras EP, são utilizados pra energizar os
fios corona
primário e secundário, assim como a unidade de revelação
onde o toner é transferido para o
drum. Uma informação importante: as fontes de alta tensão
não são ligadas diretamente a
rede elétrica, mas sim por uma saída da fonte de alimentação
principal, geralmente com
uma tensão em torno de +24V. Assim se a fonte de alimentação
principal falhar a fonte de
alta tensão também falhará.
Em primeiro lugar é impossível medir as tensões de saída
de uma FAAT com instrumentos
de teste convencionais como multímetros e osciloscópios. Uma vez
danificada ela utiliza
componentes para trabalhar em altas tensões, então mesmo que encontre
peças para repor
estas serão muito caras. Portanto o melhor para as FAAT é troca-la
ao invés de reparar.
Trocando a FAAT: uma vez determinado que a FAAt deve ser trocada existe alguns
procedimentos importantes para que se tenha sucesso. Espere pelo menos quinze
minutos
co a impressora desligada antes de lidar com uma FAAT.
Para trocar, provavelmente será necessário retirar vários
parafusos e ligações de terra,
removendo a fonte do chassi da impressora, coloque a fonte nova ao lado da antiga
e vá
transferindo cada conexão com calma e atenção, principalmente
em relação ás ligações de
terra. Se estas não estiverem perfeitas, a fonte nova pode queimar imediatamente
ao ser
ligada.
PROBELMAS NOS OUTROS CIRCUITOS DA IMPRESSORA:
COMUNICAÇÃO: a comunicação entre o computador e a
impressora é feita em modo
binária isto é “zero e um” formando os caracteres ASCII.
As interfaces utilizadas são as
paralelas, serial, USB, Ethernet e outras.
A pagina de auto-teste é impressa, mas não imprime pela porta paralela;
verifique se há
tinta ou toner, se o driver da impressora está instalado corretamente e
se o cabo de
comunicação paralelo esta em bom estado. Algumas impressoras também
precisam ser
configuradas via painel frontal ou via “dip switch” para receber sinais
na porta paralela. se
tudo estiver certo e mesmo assim a impressora continuar dando problema desmonte
e teste
seus circuitos. Principalmente a parte que controla o sistema lógico da
impressora.
A impressora imprime a pagina de teste, mas não imprime pela serial: problema
similar ao
anterior. Faça as mesmas verificações.
PAINEL DE CONTROLE:
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Painel de controle não funciona de todo: nenhuma chave responde, mas a
impressora
funciona normalmente comandada pelo computador. Abra a impressora e verifique
o
painel, certifique-se que todos os conectores estão bem encaixados, verifique
se os cabos
não se partiram principalmente se for uma impressora que acabou de passar
pela
manutenção. É raro um painel dar problema global . Se houver
indicação disto é provável
que o problema esteja na placa controladora.
Teclas com funcionamento intermitente; é preciso forçar as teclas
ou tentar repetidas vezes
até acionar a função desejada. Geralmente este defeito acontece
em impressoras já
desgastadas e provavelmente a única solução sra substituição
do painel como um todo.
A impressora não liga: o acionador do painel não funciona. Este
defeito ocorre em
impressoras de jato de tinta que necessita de um pulso vindo do painel frontal.
O que
ocorre é que o painel está danificado ou desligado da placa de controle.
LÓGICA PRINCIPAL
Fazendo uma analogia com o corpo humano, os circuitos lógicos são
o coração e o cérebro
das impressoras, os circuitos de driver são os músculos, e os sistemas
mecânicos são os
membros.
Impressora não inicializa: a impressora não funciona mais o painel
luminoso acende, auto
teste não funciona o primeiro suspeito será a fonte de alimentação
teste a fonte com o
multímetro. O próximo culpado pode ser o gerador de clock do sistema.
O osciloscópio
verifica a saída do oscilador. Se houver erros troque o cristal ou circuitos
relacionados com
a geração do clock.
Impressora congela ou fica errática: geralmente se a impressora for ressetada
retoma a
operação normalaté ocorrer a próxima pane o auto-teste
funciona. Verifique a saida da
fonte de alimentação. Outro possível causador deste problema
são as memória RAM ou
ROM. Recomenda-se sua substituição, verificando o que acontece após
isto. Inspecione a
placa lógica procurando por componentes muito quentes, especialmente se
a impressora
esta ligada há vários minutos. Se achar algum componente super-aquecido
resfrie com um
spray ou secador no frio,. Se o funcionamento retornar ao normal já achou
o problema.
Sensores: os sensores auxiliam a impressora no modo geral informando se tudo esta
acontecendo de maneira correta, como se há papel na bandeja se há
tinta no cartucho etc...
Sensores resistivos – a temperatura tem papel fundamental em varias partes
das impressoras
de qualquer tipo para medir e controlar a temperatura são usados os termistores,
resistores
cujo valor muda com a temperatura.
Sensores mecânicos – usados para detectar a presença física
ou a posição de componentes
mecânicos como o cabeçote papel etc.
Sensores óticos – estes sensores são mais duráveis
que os anteriores e não tem qualquer
contato físico com seu acionador, alem de ter um resposta muito rápida.
Esse sensores são
feitos de duas partes: o transmissor e o receptor. O transmissor é um LED
e o receptor é um
transistor foto sensível. Quando a luz esta presente assiona um transistor,
se o feixe de luz
for interrompido pelo dispositivo sendo controlado o transistor é desligado.
DIAGNOSTICANDO SENSORES.
Antes de desconfiar de qualquer sensor verifique primeiro se suas conexões
a placa
controladora estão feitas corretamente. Se o sensor opera normal, pode
haver problemas na
placa controladora, possivelmente nos circuitos ASIC ou no microprocessador.
Impressora acusa falta de papel, mas há papel na bandeja: verifique se
não há nada
impedindo o contato do sensor com o papel. Se o contato estiver perfeito, pode
se começar
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a diagnosticar o sensor. Se for do tipo mecânico meça sua resistência
com o ohmimetro e
acione-o manualmente. Se a resistência mudar é sinal de que o sensor
esta bom, neste caso
o problema esta na placa lógica.
O cabeçote não consegue se posicionar: quando inicia-se a impressora
o cabeçote precisa
ser posicionado corretamente no ponto zero se ele não consegue achar o
ponto a
inicialização pode ser abortada ou então o cabeçote
fica andando de um lado para o outro
batendo nos limites do curso.
Verifique seu funcionamento se o cabeçote esta acionando o sensor.
Se isto acontecer, o problema estará no cabeamento do sensor ou na placa
lógica. Se o
sensor for do tipo ótico ele pode ser testado: com o multímetro
na posição voltimentro,
coloque as pontas de prova na saída do sensor. Acione este ultimo, interrompedo
feixe de
luz com um pedaço de papel. Ao fazer isto devera haver uma alteração
na tensão de saída
do sensor. Se isto não acontecer verifique se há tensão de
entrada no elemento transmissor
entre 1,5 a 3,0 V e se não há nenhuma sujeira interrompendo o feixe
de luz.
Em algumas impressoras existe um fita plástica que corre paralelamente
ao curso do sensor
ótico instalado no conjunto do cabeçote. As vezes esta fita fica
suja e o sensor não
consegue ler a variação de luz a medida em que o cabeçote
se movimenta. Se for o caso
basta limpar a fita se esta estiver danificada substitua.
O cabeçote se move de maneira inconsistente : se as partes mecânicas
estiverem normais.
Faça um diagnostico do sensor de movimento do carro geralmente do tipo
ótico. Faça esta
medida em todos os sensores de movimento do carro, se um deles falhar em gerar
os pulsos
devera ser subtituido.
Controle de temperatura falhando em um ou mais componentes: para diagnosticar
desligue
a impressora espere pelo menos 15 minutos ate os circuitos esfriarem. Localize
o termistor
suspeito e meça sua resistência se estiver em curto devera ser substituído.